Mostrando postagens com marcador recursos hídricos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador recursos hídricos. Mostrar todas as postagens

Parque Linear do Ribeirão Cocaia - objetivos e historia

Mapas e depoimento sobre o Parque Linear do Ribeirão Cocaia. Criado em 20 de junho de 2008 pelo Decreto Municipal 49.659, com área total de 1.261.516,44 m2, no Distrito do Grajaú, zona sul da Cidade de São Paulo.


Clique nas imagens para ampliá-las


      I.                                  II.                                     III.                                        IV.                

I. Localização do Parque, destacado por um quadrado vermelho no centro da zona sul da cidade de São Paulo;

II. Primeiro limite para o parque, proposto no Plano Diretor da Cidade de 2002;

III. Cartaz de chamamento da comunidade para as oficinas de criação do parque em 2007;

IV. Limite de criação do parque de acordo com o Decreto Municipal 49.659/08.

Link da página oficial do parque no site da prefeitura:



DEPOIMENTO

   
Parte 1. Objetivos de criação do Parque*                            Parte 2. Historia da ocupação da região do Parque* 


Parte 3. Envolvimento de Rodrigo Martins dos Santos com o bairro onde foi implantado o Parque*




__________

* Depoimentos de Rodrigo Martins dos Santos, que trabalhou no projeto de criação do parque entre 2002-2009. Gravação janeiro de 2015, a pedido do conselheiro do parque Marcos Antonio Machado (Foguinho), devido ao seu interesse em conhecer e divulgar a história e importância do parque para seus frequentadores.

Histopatologia de tilápias da represa Billings (APA Bororé-Colônia)

Histopatologia das brânquias de Tilápia do Nilo Oreochromis niloticus
provenientes da represa Billings, área de proteção ambiental Bororé-Colônia 


Karina Fernandes Oliveira Rezende
Rubens Martins Santos
Rodrigo Martins dos Santos
João Carlos Shimada Borges
José Roberto Machado Cunha Silva
Carolina Amália de Souza Dantas Muniz


RESUMO  -  O presente trabalho teve como objetivo evidenciar alterações morfológicas nas brânquias de Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) da Represa Billings. Foram utilizados dez animais, sendo cinco provenientes da Represa Billings e cinco provenientes dos tanques comerciais da Royal Fish. Prepararam-se lâminas histológicas para análise morfométrica e quantitativa por meio do Índice de Alteração Histológica  (I.A.H.). O I.A.H. apresentou diferença estatística significativa (p < 0,05)  entre os grupos, o que permitiu a conclusão de que os poluentes  afetaram  histologicamente as brânquias dos animais provenientes da Represa Billings e que esses animais estão parcialmente adaptados ao ambiente. 

Palavras-chave: alterações histológicas, biomarcadores, eutrofização, peixes, poluentes


Fotomicrografia da lamela secundária da brânquia de Tilápia do Nilo proveniente da Represa Billings.
A.  seta preta indica a presença de eosinófilos; a seta branca indica a presença de basófilos. Coloração Rosenfeld.  
B.  seta indica hiperplasia das células epitelial lamelar resultando em fusão das lamelas secundárias. Coloração Azul de Toluidina/ Fucsina. 
C. seta indica proliferação de células de muco. Coloração PAS/ Hematoxilina.  
D.  setas indicam aneurismas. Coloração Azul de Toluidina/ Fucsina. 


Histopathology of Nile Tilapia gills Oreochromis niloticus from
Billings Dam in the environmental protection area Bororé-Colônia 

ABSTRACT  - The aim of this study is to show morphological changes in the gills of Nile Tilapia (Oreochromis niloticus) at Billings Dam. Ten specimens were used, five of which came from the Billings Dam and five from Royal Fish commercial aquaculture tanks. Slides were prepared for morphometric and quantitative analysis of histological sections. There was a significant statistical difference  (p < 0.05) in the histological alteration index, which led us to conclude that pollutants are affecting Tilapia gills histologically and these animals are partially adapted to the environment.

Keywords: biomarkers, eutrophication, fishes, histological changes, pollutants




[continue lendo... 
Clique aqui para baixar o artigo na íntegra a partir de nossa base de dados].

__________
Clique aqui para acessar o artigo original, publicado nas ATAs de Saúde Ambiental - ISSN: 2357-7614, v. 1, n.1, Set./Dez, 2013, p. 57-68, editada pelo Mestrado em Saúde Ambiental, da Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU.

PRÁTICAS DE COMPENSAÇÃO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO¹

Hélio Neves
Alejandra Maria Devecchi
Elaine Pereira da Silva
Rodrigo Martins dos Santos


Na perspectiva de proteger as zonas produtoras de água existentes na cidade de São Paulo, a Prefeitura do Município de São Paulo desenvolveu estratégias que visam compensar os prestadores de serviços ambientais.

O primeiro conjunto de estratégias corresponde à formação de um arcabouço institucional destinado à implantação de programas oficiais de PSA (pagamento de serviços ambientais). Tal arcabouço deve ser composto de marcos legais e regulatórios, formação de estruturas administrativas e viabilização de recursos, tudo embasado por estudos destinados à melhor compreensão dos mecanismos de funcionamento de programas de PSA e seus efeitos. Esse arcabouço compõe-se também de convênios com entidades sem fins lucrativos interessadas em desenvolver programas de PSA.

Essência – Crianças desfrutam um lindo entardecer na prainha da Guarapiranga, São Paulo
Foto: Paula Lyn Carvalho. Expedição De Olho nos Mananciais, 2008

Uma vez que os serviços ambientais prestados por áreas verdes são fruídos por todos os membros da sociedade, ainda que em diferentes graus, seria o mais desejável que toda a sociedade, através do Estado, remunerasse os proprietários das terras que os produzem. Há diversas possibilidades para a criação de mecanismos institucionais destinados a gerar receitas para o pagamento de serviços ambientais. É interessante aproveitar o momento atual de revisão do Plano Diretor para institucionalizar não só o pagamento de serviços ambientais como também os mecanismos de geração de receitas.

[continue lendo... 
Clique aqui para baixar o texto na íntegra a partir de nossa base de dados].


__________
¹ redigido e publicado em 2008 como capítulo IV (pp. 95-104) da obra Serviços Ambientais - conhecer, valorizar e cuidar: subsídios para a proteção dos mananciais de São Paulo, de Marussia Whatelly & Marcelo Hercowitz, editado pelo Instituto Socioambiental. ISBN 978-85-85994-56-3